As mãos atadas me impedem de segurá-lo.
Os pés descalços não me deixam correr para alcançá-lo.
O vejo já distante, acenando com um sorriso estranho no rosto.
Me perco em lágrimas, até que ele desaparece em meio a multidão.
Não queria que fosse assim.
Esperava que o destino me surpreendesse mais uma vez e o trouxesse de volta pra mim.
Durmo então com a sensação de derrota, tarefa incompleta e incorrigível, com a esperança de acordar desse pesadelo com ele me olhando e rindo, como um bobo.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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