Alega que sente falta, mas também que se afastou por motivos maiores que ele mesmo.
Diz que sua maior vontade é conseguir falar tudo que sente nos meus olhos.
Que a saudade do meu sorriso e do brilho dos meus olhos é extravagante.
Mas sei também que nem tudo está certo, que nem todas palavras e sentimentos são reais. Não tanto quanto eu queria.
Eu sinto falta. E só eu sei as proporções dos meus sentimentos.
Mas não se entregue; Você ainda não está pronto.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
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Eu nunca consigo conter o sorriso que risca meu rosto quando leio tuas palavras. (Caso você não saiba, amo-as.)
Mas pra ser bem sincero, isso só acontece quando elas são dedicadas a mim. Talvez por isso eu tenha feito essa pequena provocação: “i miss u”. Para que você estivesse, novamente, escrevendo por você, pra mim.
É incrível como essas simples seis letras tem o poder de voltar no tempo. Rever as lembranças é muito bom, disso estou certo. Não que eu viva delas, entende? Mas o tempo me deu uma perspectiva nova das coisas velhas, e agora está tudo mais claro.
Aliás, o post de 4 de dezembro foi sonhado, se realmente foi um sonho, do sábado para o domingo?
Não foi exatamente um sonho, anônimo, foi uma realidade mais bem executada do que eu imaginava.
Talvez você se entregue demais por coisas mínimas. Pois, não é porque sinto falta de algo e não especifico, é destinado a você.
Posso estar errada sobre quem és, mas acho que não. Conheço-te o suficiente.
Talvez você me entendesse se parasse pra acreditar que realmente não faz mais parte da minha vida...
[...]
“Subi as escadas. O coração batendo adoidado, a testa suada. Nervoso por quê? perguntei-me. Pais, tias, avó, nova prima; todos conversavam na varanda, pena que ninguém naquela casa inteira me despertasse mais atenção que ela.
Entrei no quarto, presumi que ela estivesse lá, e estava mesmo. Ela não conseguiu esconder a surpresa, eu também não.
Eu admito: construí, durante todos os meses em que não nos vimos, um muro alto para mantê-la a uma distância segura do meu eu. Da minha parte que é capaz de sentir. Mas, apesar de tanto trabalho, só bastou um sorriso daquela boca larga, e tudo veio abaixo.
Cheguei à beira das lágrimas, caí de joelhos e abri os braços. Ela veio chorando e me abraçou. Com o rosto encostado naquela imensa barriga, senti uma vibração.
Bebês sentem felicidade, isso é verdade.
E como se fosse um filho meu ali, levantei a blusa dela e beijei a grande bola de pele esticada e veias aparentes. Ela riu enxugando o rosto, e eu não pude resistir a abraçar tudo aquilo novamente.”
[...]
(fragmento do texto “Reencontro com Cibele” – 03/12/2011)
Ambos sabemos que nem tudo que queremos se torna realidade.
Fique nos seus sonhos, seus textos, caso quiser se manter feliz.
Excelente conselho.
Lembrarei disso, obrigado.
Um abraço do seu amigo Anônimo.
Até mais, Cibele.
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