segunda-feira, 4 de abril de 2011

To be comes true?

Ele estava no quarto, sentado no meio da cama, reclamando.

Ela entra fechando a porta e se põe a frente dele.

Ele a pega pela cintura como se estivessem ensaiando um passo de balé.

Ela ficou vermelha.

Ele, ainda a segurando pela cintura, a pôs deitada na cama.

Ela sorriu; estava sendo totalmente controlada por ele.

Ele deitou ao lado, encostando a cabeça no ombro direito dela.

Ela o puxou para cima e o beijou delicadamente.

Os dois foram ganhando entusiasmo e o beijo, força!

Ele tinha as mãos grandes.

Ela era pequena. E agora estava arrepiada. Sorria para tentar disfarçar.

Ele ficara furioso! E então punha muito mais força nos seus beijos.

Ela, apaixonada, se deixava levar por ele.

Ele, com suas mãos grandes e geladas, percorria cada centímetro do corpo dela.

Ela suspirava.

Ele se sentia capaz, e tentava.

Mas ela punha limite.

Ele então deitou ao seu lado, sorrindo.

Ela virou-se, ficando de frente para ele. Acariciou seu rosto, não tirando o foco dos olhos dele... Não acreditava no que estava acontecendo.

Ele gargalhava, achando graça mesmo.

Ela se viu ofendida. Pôs-se pra cima dele, prendeu as mãos dele e mostrou que sabe ser mulher!

Ele se sentiu submisso, com as mãos presas.

Ela soltou as mãos dele, ainda por cima, beijando-o.

Ele levantou a blusa dela, quase que a tirando.

Eles faziam movimentos sincronizados, mais pareciam um só corpo.

Ele sorria deixando o prazer transbordar.

Ela se sentia quente, apesar de ainda sentir os dedos gelados dele.

Até que pararam. Estavam deitados um ao lado do outro, na pequena cama de solteiro.

Ele a olhou sorrindo. Deu-lhe um beijo e deitou-se no seu peito direito.

Ela acariciava seus cabelos castanhos.

Ele a elogiava.

Ela ria, se sentia única! Fechava os olhos, declamava poesias...

Ele não falava nada, estava imóvel.

Ela calou-se.

Fez-se silêncio por um bom tempo.

Ela disse “Preciso ir”.

Ele reclamou e pediu para que ficasse mais.

Ela ficou.

Mas estava ficando tarde e ela precisava ir.

Então ele não viu porque mais demora. Levantou-se e levou-a até a porta.

Ela estava se sentindo mal agora...

Ele a elogiou mais uma vez e deu-lhe um beijo.

Ela o olhou nos olhos, sentiu que aquele teria sido o último beijo.



Ela estava certa. Assim foi, até hoje.

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