Acabei de assistir "O fabuloso destino de Amélie Poulain". Chorei, e ainda estou chorando.
Um grande amigo me indicou alegando ter lembrado-se de mim ao assistir. Assim que soube, procurei informações sobre o filme, li a sinopse várias vezes, até de trás pra frente pra tentar entender o porquê da lembrança. Até que recorri as fotos. Um pouco de tudo se esclareceu ao ver o olhar da Amélie. Um olhar doce, esperto e ainda covarde, como diria o 'Homem de vidro'. Fiquei super entusiasmada pra assistir logo o filme, embora só tenha tomado coragem mais de uma semana depois.
No começo não consegui juntar tão be as semelhanças entre mim e a Amélie. Nem no meio. Somente no fim fui capaz de entender tudo que se passava.
Ela sente prazer com as coisas mais simples da vida, como jogar pedras no canal... E se vê no total e inlienável direito de viver no mundo das fantasias e ser infeliz no mundo real.
Mas calro, muitos (quase todos) devem me ver assim, como se eu mesma quisesse minha inflicidaded, afinal, eu consegui encaixar a mim mesma nesse padrão.
Tenho um medo estranho de encarar a realidade, e como refúgio, vôo para o mundo imaginário. É verdadeira a semelhança.
Mas chega um certo momento na vida de Amélie que a felicidade literalmente bate em sua porta. E ela a deixa entra.
Tomo isso, a partir de agora, como uma lição em que eu não posso deixar a minha felicidade ir embora como já deixei muitas vezes.
Adorei o filme e os conselhos indiretos, meu amigo. Obrigada por tudo!
Tenho em mente, agora, pessoas, ações, palavras e objetivos novos.
Um grande amigo me indicou alegando ter lembrado-se de mim ao assistir. Assim que soube, procurei informações sobre o filme, li a sinopse várias vezes, até de trás pra frente pra tentar entender o porquê da lembrança. Até que recorri as fotos. Um pouco de tudo se esclareceu ao ver o olhar da Amélie. Um olhar doce, esperto e ainda covarde, como diria o 'Homem de vidro'. Fiquei super entusiasmada pra assistir logo o filme, embora só tenha tomado coragem mais de uma semana depois.
No começo não consegui juntar tão be as semelhanças entre mim e a Amélie. Nem no meio. Somente no fim fui capaz de entender tudo que se passava.
Ela sente prazer com as coisas mais simples da vida, como jogar pedras no canal... E se vê no total e inlienável direito de viver no mundo das fantasias e ser infeliz no mundo real.
Mas calro, muitos (quase todos) devem me ver assim, como se eu mesma quisesse minha inflicidaded, afinal, eu consegui encaixar a mim mesma nesse padrão.
Tenho um medo estranho de encarar a realidade, e como refúgio, vôo para o mundo imaginário. É verdadeira a semelhança.
Mas chega um certo momento na vida de Amélie que a felicidade literalmente bate em sua porta. E ela a deixa entra.
Tomo isso, a partir de agora, como uma lição em que eu não posso deixar a minha felicidade ir embora como já deixei muitas vezes.
Adorei o filme e os conselhos indiretos, meu amigo. Obrigada por tudo!
Tenho em mente, agora, pessoas, ações, palavras e objetivos novos.
02h47
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