Tentei escrever um poema no qual não falasse de amor.
Comecei errando citando a tal palavra na primeira frase
e me referindo dela na segunda.
Seria tolice minha usar um pseudônimo para ele
já que estaria falando sobre do mesmo jeito.
Não dá...
Vivo a base de amor como uns vivem de morfina.
Muito mais que tolice, tentar não usá-lo.
Ah, vivo de amor e ele me consome.
Até o talo.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
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