É quase esse o tempo que acordo com o mesmo sentimento sem sentido que me consome depois de passar-mos a noite nos consumindo.
Você é para mim o álcool para um alcoólatra. Fico alguns dias sem você. Suporto. Mas quando vem a solidão, que normalmente me é bem frequente, uma vontade de você me domina. Sou fraco e te deixo voltar...
Não preciso te chamar pois você já vive dentro de mim. As vezes acho que esse é o problema, você sou eu.
Basta me deitar, fechar os olhos, dormir. Pouco depois você me aparece independentemente de onde eu esteja.
Linda! Seu sorriso amarelo. Grandes olhos negros. Mãos pequenas e brancas.
Sério, eu amo tudo em você. Até mesmo o jeito que você reclama comigo. O jeito que faz birra.
Sério, eu amo muito você. Mas aí percebo, quando acordo, que você sou eu, e por isso sentimentos sem sentido me consomem.
Culpo-me por te amar demais.
Alegro-me por te amar demais.
Entristeço-me por te amar demais.
O que devo escolher? Você que é minha droga favorita e me ilude, ou a solidão que me trás de volta ao mundo de verdade?
Facilite minha vida. Não infle minhas dúvidas.
Eu sei que amo você, mas, para o meu bem, não volte.
Por HB.
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