A gente arrisca com medo de errar e quando realmente erra, o mundo cai.
Sem mais vírgulas e delongas, pois é exatamente isso que acontece.
A gente espera pelo melhor, dá o máximo de si p'ro melhor acontecer e ele simplesmente escorrega por entre os nossos dedos.
Mas como acabei de dizer para um íntimo, é o risco que se corre pelo simples fato de arriscar.
A gente vê as coisas indo e vindo. Nossa única questão é decidir tentar fazer a diferença ou ficar parado pelo resto da eternidade curta que geralmente temos observando todos fazendo e acontecendo.
Eu, particularmente, não consigo apenas assistir a algo. Eu quero interagir, fazer parte do "tudo".
E faço, vou fazer. Mas o mais triste: fiz e não deu muito certo.
Aí me pergunto (agora e para sempre): Será que o x da questão sou eu? Será que não dá certo porque eu to interagindo com o meio?
A partir daí vem toda aquela correnteza de dúvidas, culpa e dor. Me sinto impotente mesmo.
Não adianta vir dizer que a vida é assim, que passamos por altos e baixos. CARA, PÁRA!
Eu me doo ao máximo pra fazer tudo certo, e por um simples erro (vulgo: esquecimento) tudo desmorona, e adivinha?, bem em cima de mim! - Quando pelo outro lado, pra me fazer soltar um sorriso verdadeiro, é só sorrir pra mim...
Já perdi tanto. Já quis tanto ganhar... Mas os ganhos nunca superam as perdas, e nisso eu vou me afundando cada vez mais, como numa areia movediça.
Eu quero de verdade acertar, mas será que pra isso acontecer eu devo me descuidar um pouco?
Apesar de não conseguir, eu juro que tento. Mas... Será?
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Desculpe se "te fiz" ler algo sem nexo. Coisa minha, desabafo meu.
domingo, 19 de maio de 2013
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