domingo, 29 de maio de 2011

Vontade.

Odeio quando me puxas pelo short e me pessionas ao teu corpo com força, dando a entender que me quer dentro de você, ou se quer dentro de mim; quando respira no meu pescoço e vai subindo para meu ouvido, falando coisas aleatórias mas com efeito lógico, aquelas frases diversas que parecem não fazer sentido, mas que têm muito a dizer; quando puxa minha roupa ferozmente, como um animal, como se fosse me devorar literalmente e conotativamente. Odeias quando eu solto suspiros pausados, com força, com desejo, e pequenos gemidos juntamente com minha boca em sua orelha; quando eu te beijo o pescoço, e subindo, chego à sua boca, mas não o beijo, deixo-o na vontade.
Mas é aquele ódio gostoso, aquele ódio sinônimo de desejo, de tesão... Pois eu consigo misturar raiva e vontade resultando em algo realmente bom, algo com gostinho de quero mais. Sou sádica e com orgulho disso, um orgulho maléfico, daqueles que você não sabe se sairá vivo de cada experiência física comigo, daqueles onde cada vez é uma aventura, uma tortura, um tom mais alto de gritos e gemidos.

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